quinta-feira, 14 de março de 2013

MASSA BÁSICA PARA PÃO CASEIRO!

Que tal um sanduíche diferente? Você pode rechear com o que quiser! Bom apetite!




Massa básica para pão caseiro
(Rende 6 pães - tamanho "hot dog" médio)


2 xícaras de farinha de trigo

1/2 colher de sobremesa de sal
1 e 1/2 colher de sopa de açúcar
1/2 colher de sopa de leite em pó
1 colher de sopa de manteiga (de preferência, sem sal)
1 tablete (15 g) de fermento biológico fresco
140 ml de água




Coloque em um recipiente os "secos": farinha de trigo, sal, açúcar, leite em pó, manteiga e o fermento biológico esfarelado. Misture com uma colher e com as mãos. Vá acrescentando a água aos poucos, misturando ainda dentro do recipiente.

Muita calma nessa hora: a massa vai estar pegajosa, e é assim mesmo. Retire a massa do recipiente e leve a uma bancada. Ela vai estar grudando nas suas mãos e na bancada, mas você vai ser forte e não colocará mais farinha. Vá sovando a massa (puxe um punhado de massa na sua direção e empurre com o punho, fazendo força para frente e para baixo, repetindo esse movimento e mudando a posição da massa na bancada). Braço forte: tem que sovar bastante, eu passei uns 15 minutos amassando a bicha. Nesse amassa-amassa, vai chegar um momento que a massa ficará elástica e não grudará mais na bancada e nas suas mãos. A explicação é que, sovando bem, você estará desenvolvendo a rede de glúten da farinha (???). Ok, deixará de ser pegajosa. Separe a massa em partes iguais e faça bolinhas, coloque na assadeira e deixe descansar uns 20 min. Passado esse tempo, modele as bolinhas a seu gosto (fiz compridas, no formato de pão de hot dog, mas devia ter dado mais altura) e coloque de novo na assadeira, dessa vez deixe crescendo uns 40 min. Pincele ovo batido (opcional) e leve ao forno médio até dourar. Aqui ficou uns 30 min, mas fique de olho.



Como você não ficou acrescentando mais farinha de trigo ao léu na hora de sovar a massa, o pão não fica com aspecto pesado, a massa fica muito leve e fofa. Você pode colocar um pouco de parmesão ralado em cima de cada pão antes de assar para ficar aquela crosta de queijo. Para pães doces, depois do primeiro descanso, recheie a bolinha com um pedaço de goiabada e prepare uma calda (fondant ou açúcar de confeiteiro + água) para jogar em cima do pão depois de assado.

http://www.casacoisasesabores.com.br/2011/11/bicho-padeiro-massa-basica-para-pao.html

sábado, 2 de março de 2013

Protetor de salto!




Quando a gente acha que as novidades para as cinderellas estão esgotadas, nos damos conta que estamos redondamente enganadas!
Olhem que máximo esta dica que minha amiga Tininha Machado Coelho nos deu!
Sabem aquelas “roubadas” clássicas de salto em deck, salto na grama, nas pedrinhas…? Pois é, pelo visto, acabaram! Este acessório, quando não sabemos por onde vamos caminhar, é indispensável pra andar na bolsa! Vou comprar e colar no meu, amei!
Saltos impecáveis forever! Custa US$ 9.95.
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http://www.40forever.com.br/protetordesaltosuperdica/

O SUCO QUE TIRA A FOME!


 Suco  LUZ da LUA.
1 maça
3 couves
2 ameixas
1 colher de sopa de linhaça germinada.
Bater tudo no liquidificador  e depois é só curtir…
Tira a fome, alimenta muito bem e de maneira super saudável, e o melhor de tudo é que as vezes até esqueço de almoçar!
Universo Orgânico.
Rua Conde Bernadotte 26 loja 105/106 - RJ
tel;+ 55 21 2274 8673

http://www.40forever.com.br/o-suco-que-tira-a-fome/

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

3 dicas para ser mais produtivo e se organizar melhor!


 Shutterstock

Durante o dia, uma série de pequenas tarefas acaba minando a energia e o tempo de um empreendedor, que pode chegar ao final do expediente com a sensação de não ter feito nada realmente útil. Apesar de estar sempre ocupada, a pessoa não aproveitou o máximo do tempo disponível fazer o que era esperado.
Lançado esta semana pela Empreendemia, rede social para empresas, o livro Produtividade sem Enrolação pode ajudar micro e pequenos empresários a fazer mais do seu dia e se desenvolver melhor em menos tempo. O e-book é gratuito e pode ser baixado aqui.
Dividido em duas partes (teoria sobre produtividade e casos práticos), o livro mostra como pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença no rendimento do empresário. Entre os tópicos estão gestão do tempo, dicas de motivação, organização, infraestrutura da empresa, gestão de pessoas e, principalmente, planejamento.
Veja três dicas do livro para dar o melhor de si:
1. Crie o hábito – O maior aliado para ter bons resultados todos os dias é o hábito. Com ele, as tarefas são feitas com menos esforço e sua produtividade será maior.
2. Trabalhe com foco e sem interrupções – Facebook, chats, pessoas conversando toda hora e outras distrações só quebram o ritmo de trabalho e mandam sua produtividade lá para baixo. Feche tudo que pode atrapalhar seu trabalho e produza.
3. Delegue tarefas – O empreendedor precisa lidar com várias tarefas diferentes ao longo do dia: administrativas, financeiras, técnicas etc. Como é bem difícil alguém ser especialista e fazer tudo isso muito bem, foque nas tarefas que você faz melhor e delegue o resto. Assim você acaba sendo bem mais produtivo e entrega mais resultados.
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI331988-17180,00-DICAS+PARA+SER+MAIS+PRODUTIVO+E+SE+ORGANIZAR+MELHOR.html

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Os benefícios que dormir traz ao corpo!


Estresse e dificuldade em desligar aparelhos eletrônicos são principais causas!

Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (IPOM) descobriu que 69% dos brasileiros avaliam seu próprio sono como ruim e insatisfatório. Os resultados foram publicados dia 22 de janeiro no site da organização.

Para chegar aos resultados, a pesquisa consultou cerca de dois mil brasileiros com idades entre 20 e 60 anos. Desse percentual de pessoas que não dorme bem, 82% afirmam sentir cansaço, sonolência e queda de rendimento em suas atividades durante o dia posterior à noite mal dormida. Outros 25% confirmam que têm dificuldade em pegar no sono, enquanto 18% dizem não conseguir mantê-lo durante toda a noite - despertam e não voltam a dormir. Já 36% declaram que acordam e voltam a dormir várias vezes. 

A pesquisa do IPOM também constatou quais são os principais problemas que vem tirando o sono do brasileiro. Preocupações com problemas familiares e financeiros (50%), estresse (40%) e dificuldade de se desligar dos estímulos eletrônicos (28%), como televisão, celular e internet estão no topo das razões para problemas no sono.

Segundo Myriam Durante, psicoterapeuta holística e presidente do IPOM, o estudo também chama a atenção para o fato das noites mal dormidas estarem se tornando um problema crônico do brasileiro. "Há cinco anos, apenas 55% dos brasileiros declaravam ter problemas relacionados ao sonho", diz. "Hoje, esse percentual cresceu 14%, assim como a média de noites mal dormidas que passaram de duas ou três por semana para quatro e cinco, fator que pode causar grandes prejuízos para a saúde", afirma Myriam.

Oito benefícios que o sono traz para a sua saúde
O sono tem diversas funções essenciais para o nosso organismo. Dormir menos que o recomendado (6 a 8 horas em média) ou acordar diversas vezes durante a noite em decorrência de estresse e preocupação pode causar mais malefícios ao organismo do que imaginamos. A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que o sono de qualidade ruim desorganiza o metabolismo e prejudica a síntese de alguns hormônios, favorecendo diversas doenças como obesidade e depressão. Listamos todos os benefícios que você perde e como sua saúde sofre ao ter uma noite mal dormida.

mulher se pesando - Foto Getty Images
Previne a obesidade
Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade - portanto, pessoas que tem dificuldades para dormir produzem menores quantidades desta substância. "A consequência disso é ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito", explica a neurologista Rosa Hasan. Além disso, o grupo dos insones produzem uma maior quantidade de um outro hormônio, a grelina, uma substância que está relacionada a fome e a redução do gasto de energia. 

Outro fator é importante é a perda de gorduras - segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. De acordo com o estudo, dormir pouco reduz em 55% a perda de gordura. 
medidor de pressão - Foto Getty Images
Combate à hipertensão
Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, comprovou que um sono profundo e ininterrupto está relacionado a bons níveis de pressão arterial. A neurologista Rosa Hasan explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. "Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite", explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão. 

mão com um barbante amarrado no dedo indicador - Foto Getty Images
Fortalece a memória
Pressão que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir, diz um estudo feito pela Universidade de Lubeck, na Alemanha. Segundo os pesquisadores, isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelas conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizado. 

O especialista em apneia Fausto Ito, membro da Associação Brasileira do Sono, explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. "Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, sofre para se lembrar de eventos simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas muito próximas", diz

mulher feliz - Foto Getty Images
Previne depressão
As chances de a depressão comprometer a qualidade de vida de uma pessoa pode ser menor se ela dormir entre seis e nove horas por dia. É o que indica um estudo feito no Cleveland Clinic Sleep Disorders Center, em Ohio, nos Estados Unidos, que analisou mais de dez mil pessoas. 

Os resultados mostraram que pessoas com o sono considerado "normal" - de seis a oito horas por noite - tiveram índices mais altos de qualidade de vida e níveis mais baixos de depressão quando comparados aos que dormiam pouco ou muito. Também foi observado aqueles que dormem menos que seis e mais de nove horas por dia sofrem uma piora na qualidade de vida e índices de depressão mais altos. 

idosa levantando dois halteres - Foto Getty Images
Favorece o desempenho físico
Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento. Essa substância só começa a ser produzida aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir - por conta disso, pessoas que tem o sono fragmentado sofrem dificuldades de sintetizar esse hormônio. "O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gordura, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose", explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. 

homem medindo a glicemia - Foto Getty Images
Controla o diabetes
Pessoas com diabetes e tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores monitoraram o sono de pessoas com diabetes por seis noites. Os participantes que tiveram o sono de má qualidade tiveram aumento de 23% nos níveis de glicose no sangue e 48% nos níveis de insulina. Usando esses números para estimar a resistência insulínica do indivíduo, os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência insulínica que os portadores com sono de qualidade. 

De acordo com a endocrinologista Alessandra Rasovski, dormir mal em decorrência de distúrbios do sono não só dificulta o controle da doença como também pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2. ?É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos. Quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes?

médica medindo os batimentos cardíacos de uma mulher - Foto Getty Images
Diminui o risco de doenças cardiovasculares
Uma pesquisa da Warwick Medical School, nos Estados Unidos, mostra que a privação prolongada do sono ou acordar várias vezes durante a noite pode estar relacionado a acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e doenças cardiovasculares. Os autores do estudo conduziram uma investigação que acompanhou durante 25 anos mais de 470 mil pessoas em oito países, incluindo Japão, Estados Unidos, Suécia e Reino Unido. 

De acordo com os pesquisadores, dormir pouco causa um desequilíbrio na produção de hormônios e substâncias químicas no organismo, condição que aumenta as chances de desenvolver colesterol alto, doenças cardiovasculares e derrames cerebrais. Dormindo cerca de sete horas por noite, você está protegendo a sua saúde futura e reduzindo o risco de desenvolver doenças crônicas. 

três pessoas trabalhando - Foto Getty Images
Melhora o desempenho no trabalho
Pessoas que tem o sono constantemente interrompido ao longo da noite ou não dormem o suficiente não conseguem atingir os estágios mais profundos do sono, e por isso não descansam de forma adequada. 

O especialista em medicina do sono Daniel Inoue, do Hospital Santa Cruz, conta que os principais sintomas sentidos por uma pessoa que não dorme são sonolência diurna, irritabilidade, fadiga, dificuldade para se concentrar ou absorver novas informações e maior facilidade de sofrer graves acidentes de trânsito e trabalho. 

"O estresse no trabalho também pode aumentar os comportamentos de risco, como tabagismo e abuso de álcool e drogas, além de desencorajar hábitos saudáveis, como atividade física e a alimentação equilibrada", alerta Daniel. 

http://yahoo.minhavida.com.br/saude/galerias/16009-estudo-revela-que-69-dos-brasileiros-tem-dificuldades-para-dormir#conteudoTxt

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dos 20 aos 50: veja como organizar suas finanças em cada fase da vida!


Com menos gastos, jovens podem guardar parte do salário para acumular capital; mais velhos devem optar por investimentos mais conservadores!


Quando se é novo, tudo é festa. Por isso poucos pensam em formar uma reserva financeira nos primeiros anos de vida profissional, quando os gastos são menores, mas a vida social é mais agitada. No entanto, guardar parte do salário e começar a investir o quanto antes podem fazer a diferença entre passar uma velhice mais tranquila financeiramente ou mais apertada, segundo especialistas consultados pelo iG .

Segundo o professor Bolivar Godinho, do laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração da USP, os objetivos de vida mudam conforme a pessoa envelhece, assim como os gastos. Mas, de uma forma geral, jovens que estão iniciando a vida profissional se preocupam mais em consolidar a carreira do que os mais velhos. Confira, abaixo, quais as despesas que mudam em cada faixa de idade e saiba como otimizar seus investimentos e construir um patrimônio a partir da folga no orçamento.
Aos 20 anos
Nessa faixa de idade, o jovem, no início da vida profissional, tende a investir mais em educação e em especialização, explica o professor Roberto Piscitelli, do departamento de ciências contábeis da UnB. Além dessas despesas educacionais, eles destinam parte do que ganham em boates e barzinhos, assim como em viagens. Isso porque têm uma disponibilidade de renda grande frente às suas próprias necessidades, complementa Otto Nogami, professor de economia e finanças do Insper.
“Ele geralmente mora com os pais e não tem despesas em termos de manutenção do domicílio”, ressalta. Mas, ao mesmo tempo, o jovem começa a se preocupar em ter seu próprio espaço. Então parte da poupança formada vai ser destinada a dar entrada na casa própria. “O que deve ser enfatizado é que, desde quando o indivíduo começa a trabalhar, deveria guardar pelo menos 20% da renda”, completa.
É nessa idade também que deve-se começar a pensar em contratar uma previdência privada, indica Nogami. “A aposentadoria pública é muito limitada, e se o profissional estiver em um alto cargo e não tiver previdência, vai perder renda”, adverte. Atualmente, o teto do benefício está em R$ 4.136,68.
Com mais tempo até a aposentadoria pela frente também dá para planejar melhor em que investir para ter uma renda maior no futuro. “Uma pessoa de 20 anos que vai construir sua aposentadoria tem mais prazo e pode destinar um percentual maior a essas aplicações. Ela pode fixar 30%, 50% em produtos mais agressivos, porque a aposentadoria vai acontecer daqui a 20 ou 30 anos”, afirma o educador financeiro Mauro Calil.
Isso porque caso algo dê errado em seus investimentos, o jovem tem tempo de reconstruir suas aplicações financeiras. “Quanto mais prazo você tiver, via de regra vai ter mais renda variável nos seus investimentos”, diz. Mas essa opção também não significa que o investidor vá correr riscos ‘absurdos’, afirma o educador financeiro. “Ele pode optar por produtos com riscos moderados, como fundos de investimento imobiliário ou derivativos”, ressalta.
Da mesma forma, renda fixa não deve ser vista como sinônimo de rentabilidade que não cobre a inflação. “Pode sair da poupança e caminhar para LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) ou CDBs de bancos menores, porque vai ter rentabilidade maior do que renda fixa e também de forma conservadora”, diz Calil.
Aos 30 e 40
Os filhos geralmente são as principais preocupações de quem está na faixa etária entre os 30 e 40 anos. Gastos com educação, vestuário e alimentação aumentam bastante nessas faixas. “Agora que ele casou e teve filhos, a educação vai ser prioridade até o filho chegar em idade universitária. É preciso custear as despesas mesmo que ele faça uma faculdade pública”, afirma Godinho, da FIA-USP.
A partir daí, o filho já entra no mercado de trabalho e passa a ter ganho próprio, mas pode haver casos em que ele opta por fazer um mestrado ou ter uma experiência internacional. “A partir da independência dos filhos, caem as despesas”, ressalta o professor. Ao mesmo tempo, nessa faixa há ainda objetivos de curto e médio prazo, como adquirir um novo carro e programar viagens de férias.
Segundo Nogami, do Insper, nessa faixa é preciso formar também uma poupança de emergência, para não mexer no dinheiro que está sendo aplicado para a aposentadoria. Além disso, os investimentos devem ser diversificados de forma que metade esteja em renda variável e metade em renda fixa, por exemplo. “CDBs, a poupança e ou títulos do governo são mais recomendadas à medida que pessoa vai envelhecendo”, ressalta.
Aos 50
Nessa idade aumentam as preocupações com a aposentadoria, e também os gastos com saúde. “Na velhice, a mudança de perfil de consumo leva a dispêndios médicos maiores do que quando tinha 40 ou 30 anos”, ressalta Nogami, do Insper. Além disso, os planos de saúde começam a encarecer a partir dos 50 anos. “Estudos indicam que nos dez últimos anos de vida da pessoa ela gasta mais do que em todo o período anterior, principalmente com remédios”, diz Godinho, da FIA-USP.
Esse público dedica uma parcela dos gastos a excursões em grupo ou individuais, e também ajuda os filhos a cuidar dos netos. Mas quem está nessa faixa tem uma sobra de dinheiro que pode tentar engordar sua aposentadoria. “A partir dos 50 anos, a maior parte da poupança deve ser colocada no tipo de aplicação no risco próximo a zero”, recomenda Nogami.
Isso porque ao contrário do que acontece quando se é jovem, se houver uma eventualidade e a pessoa perder tudo, não tem prazo para recuperar o prejuízo. “Ainda que de forma mais conservadora, ela vai ter que buscar produtos com rentabilidade acima da média, ainda que seja renda fixa, ou variável, como fundos de investimento imobiliário”, conclui Calil.
http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/2013-01-30/dos-20-aos-50-veja-como-organizar-suas-financas-em-cada-fase-da-vida.html

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tecnologia genética promete retardar o envelhecimento da pele!

A análise de DNA permite criar tratamentos e cremes específicos de acordo com as características individuais de cada  pessoa. Grandes empresas do setor de cosméticos já estão investindo na tecnologia
A análise de DNA permite criar tratamentos e cremes específicos de acordo com as características individuais de cada pessoa. Grandes empresas do setor de cosméticos já estão investindo na tecnologia!

Com o avanço da tecnologia na área dermatológica, o código genético de cada um, pessoal e único, passa a ser utilizado com uma ferramenta a mais na eterna luta contra o envelhecimento. O sonho de uma pele eternamente jovem pode não estar tão longe de ser realizado. Ao realizar a análise de DNA, é possível criar tratamentos e cremes específicos de acordo com as características individuais de cada paciente. Mas, segundo os especialistas, o otimismo deve ser bem dosado, já que há um caminho a ser percorrido.

"Ainda existe muito a se desenvolver na área", diz a dermatologista Andrea Godoy. "Até o momento, nós não ‘consertamos’ alterações genéticas nem causamos mutações que revertam a queda de cabelos ou o desenvolvimento de câncer de pele", ressalta. Para Andrea, o tratamento com avaliação genética só oferece uma análise objetiva das deficiências e necessidades individuais. "Por exemplo, o exame auxilia na determinação e nas causas da flacidez, ajudando assim na escolha do ativo, ou seja, da substância que será adicionada ao creme que, pelo menos teoricamente, será capaz de parar ou reverter a evolução do processo", explica.

O dermatologista Adilson Costa reconhece que o futuro da dermatologia está no genoma, ou seja, no mapa genético dos pacientes, mas afirma que "ainda precisamos de estudos de acompanhamento a longo prazo e também da repetição dos exames realizados", sendo que só assim é possível avaliar se os produtos criados a partir da análise do DNA realmente atingiram o objetivo esperado. Enquanto isso é prematuro dizer que os tradicionais cremes manipulados em farmácia são menos eficazes do que os feitos com a análise genética do paciente, alerta.

De olho no futuro
As grandes empresas já estão de olho nessa evolução do mercado cosmético e dermatológico. No ano passado, o grupo O Boticário inaugurou a empresa Skingen, dividida em Skingen Lab e Skingen Pharma. "Nosso sistema de tratamento é baseado na análise de funcionamento dos genes que ficam em nosso DNA. Diferentemente de algumas propostas, a análise não é feita com o DNA diretamente, mas sim como RNA (ácido ribonucleico) produzido a partir de cada gene", conta Israel Feferman, diretor executivo. "A técnica proposta é bastante inovadora, pois une a avaliação clínica do dermatologista com uma análise de processos que ocorrem no interior da pele. A aplicação dessa técnica é nova, mas consideramos aperfeiçoada", acrescenta.

Feferman também defende a eficácia dos cremes manipulados de acordo com o código genético do paciente.  Pois, como ele diz, já que o envelhecimento decorre da associação de diversos processos, é importante considerar todos eles na obtenção de um tratamento diferenciado. "Outro diferencial oferecido pela Skingen é a triplananotecnologia, que otimiza a entrega dos ingredientes ativos nas diferentes camadas da pele, no local onde precisam atuar efetivamente", diz ele. Com isso, o nível de personalização do tratamento aumenta, assim como a capacidade de atuar especificamente nas necessidades de cada paciente. "A análise baseada no RNA permite ainda avaliar a resposta ao tratamento com a repetição do teste e fazer os ajustes necessários na fórmula para alcançar a melhor resposta possível para o paciente. Nenhum outro sistema permite isso", garante.

Alta tecnologia tem seu preço. No caso, ainda altos. "O custo é compatível com um tratamento diferenciado, exclusivo e altamente tecnológico", justifica Feferman. O preço médio de cada pote para o tratamento Skingen fica entre R$ 500 e R$ 600, com duração de 30 a 90 dias, dependendo da prescrição. A coleta da mostra da pele é um procedimento do dermatologista e o custo pode variar de acordo com cada clínica. Após o procedimento, o material é enviado pelo profissional para o laboratório que faz a análise genética e então os cremes são manipulados de acordo com a indicação do dermatologista.

http://mulher.uol.com.br/beleza/noticias/redacao/2013/01/25/tecnologia-genetica-promete-retardar-o-envelhecimento-da-pele.htm